Minhas ecléticas sete leituras de março

20:14

Wow, parece que alguém bateu um recorde pessoal! E não é mentira, não, hein! Resolvi trazer essa nova coluna mensal para o blog a fim de poder pelo menos dar uma contadinha sobre os livros que li, ainda que não os resenhe. O que vai ser muito útil quando eu estiver com menos tempo, haha. Clique na capa do livro para ler a resenha (se houver) ou continue lendo para conhecer um pouco mais sobre os títulos.

  
   

1. O Processo, de Franz Kafka:  Boiei. Muito vida lok4, eu peguei esse livro pra ler com uns quinze anos e sei lá o que aconteceu e eu tive que parar a leitura. Então terminar O Processo era uma questão de princípios. Mas apesar de a história em si ter me agradado bastante, com todos os absurdos típicos do Kafka, me senti boiando por não ter percebido o algo a mais. Porém, o livro é mesmo um tantinho confuso, cheio de capítulos e trechos cortados e desconfiam até que alguns capítulos estão no lugar errado, já que O Processo foi publicado após a morte de Kafka. Não resenhei.

2. Max e os Felinos, de Moacyr Scliar:  É um livro bacaninha, nada extraordinário. Li porque sou curiosa e queria saber se As Aventuras de Pi era plágio ou não. Juro que li tanto, mas tanto sobre a polêmica sobre Max e Pi que enjoei. Os dois livros são bons, mas enjoei, não quero nem falar mais sobre, hauhau. Tudo que eu tinha para dizer está nas resenhas e neste post aquiLeia a resenha clicando aqui.



3. As Aventuras de Pi, de Yann Martel: Idem ao item 2. Porém, Pi é um Max e os Felinos no Natal: bem mais enfeitado e cheio de firulas. Leia a resenha clicando aqui.


4. Tarântula, Thierry Jonquet: Amei A Pele que Habito, do Pedro Almodóvar. Sabe aqueles filmes tão surpreendentes que chegam a te arrepiar no final? Esse é um deles. E me arrepiei mais ainda quando os créditos disseram que era baseado em um livro francês. Comprei no ano passado mas só li na íntegra agora. É um livro curto e muito bom, mas completamente diferente do filme a que deu origem. E confesso que pra mim se Thierry teve seu momento eureka dando a ideia, Almodóvar é quem a executou magistralmente.  Resenha em breve.

5. à Primeira Vista, Nicholas Sparks: Eu devo ter probleminha com livros de amor. Li porque estava numa edição da Seleções que peguei emprestado e porque o autor foi comentado no clube do livro deste mês, mas não me convenceu. De novo. Segunda vez que tento ler Sparks e não me agrada, com exceção de que dessa vez fui até o fim. Escrevi a resenha e fiquei até com preguiça de publicar, hauhua.  Resenha em breve.

6. Lonely Hearts Club, Elizabeth Eulberg: Sou uma velha de 19 anos e esse tipo de livro adolescente não me encanta mais. Porééém, os Beatles dão todo o charme ao que poderia ser apenas mais do mesmo. São muitas as referências e os títulos das músicas são muito bem encaixados no livro (e não jogados lá). Me senti com quatorze anos (quando estava descobrindo a banda e ) E os pais beatlemaníacos da Penny Lane Bloom são o máximo! Queria mais sobre eles, queria um livro só deles, haha. Clique aqui e leia a resenha. | Clique aqui para todas as músicas do livro no Youtube.


7. Dentes ao Sol, Ignácio de Loyola Brandão: Desde que li pela primeira vez Não Verás País Nenhum Ignácio é meu escritor brasileiro favorito. Esse é um de seus livros mais curiosos e seu favorito. Como grande fã de cinema o Cine Paratodos de Araraquara é cenário para diversas cenas. Publicado em meio à ditadura, cheio de surrealismo e, creio eu, metáforas, eu não sabia o que era verdadeiro ou falso sobre a cidade. Buscando na internet consegui decifrar alguns enigmas. Resenha muito em breve.

E este foi meu mês literário, galere! Rendeu, hein? Livros bons, livros ruins, uma pesquisa que me encheu mais o saco que meio quilo de jiló... E aí, já leram algum?

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